SP é o segundo melhor destino do mundo para comer em food trucks

SP é o segundo melhor destino do mundo para comer em food trucks

Que o food truck é uma moda que veio para ficar todo mundo sabe, mas dá uma olhada nessa pesquisa!

  • Quase metade dos viajantes brasileiros (46%) quer experimentar mais comidas de rua durante uma viagem.
  • Coreia do Sul, Taiwan, Marrocos, Estados Unidos e México são os principais destinos para comida de rua no mundo
  • Chef Helena Rizzo, do estrelado restaurante Maní, dá dicas de como valorizar o alimento das ruas
    Um dos jeitos mais rápidos, simples e baratos de experimentar o sabor local durante uma viagem é se aventurando na comida de rua e nos food trucks.

Pensando nisso, a Booking.com mergulhou em suas milhões de avaliações de viajantes reais e selecionou os principais destinos para curtir essas experiências culinárias únicas. Quando o assunto é comida de rua no geral, o topo da lista fica com a cidade de Jeonju, na Coreia do Sul, seguido por outra cidade asiática, Hsinchu, em Taiwan. A medalha de bronze ficou com Marrakesh, no Marrocos, com suas clássicas barraquinhas de comida na praça Jeema El Fna (veja ranking completo abaixo).

Já quando o assunto é comida de rua limitada aos food trucks, um dos principais destinos listados pelas recomendações dos viajantes é São Paulo. A cidade paulistana fica atrás apenas da vanguardista Portland, nos Estados Unidos, e à frente de Seul, na Coreia do Sul (veja ranking completo abaixo).

 

Principais destinos para comida de rua

Principais destinos para food trucks

Jeonju, Coreia do Sul

Portland, EUA

Cidade de Hsinchu, Taiwan

São Paulo, Brasil

Marrakesh, Marrocos

Seul, Coréia do Sul

Nova York, EUA

Bangkok, Tailândia

Cidade do México, México

Istambul, Turquia

 

Para Helena Rizzo, chef do restaurante Maní, em São Paulo, a metrópole paulistana é uma referência na gastronomia, incluindo a feita nas ruas. A chef elege a feira de rua no bairro da Liberdade um dos lugares principais para comida de rua. “Aproveite para provar uns takoyakis, bolinhos de polvo feitos na hora e vendidos em barraquinhas”, sugere.

 

Valorizar o alimento

Além de comprar o alimento pronto, a chef incentiva também o passeio por feiras livres em ruas e praças para garantir ingredientes mais ricos e nutritivos. “Uma delas é a Feira de Orgânicos do Parque da Água Branca. É um exemplo vivo de comércio justo, que aproxima a população urbana do campo, e onde se pode escolher hortaliças bem cultivadas (sem uso de agrotóxicos), realmente sazonais (quando estão mais saborosas e saudáveis), sem edição (porque há variedades não encontradas no supermercado) e comprar da mão de quem os plantou”, conclui.

Sobre o autor

Teve a ideia de criar o Sobreviva em São Paulo, foi lá e fez. Jornalista, trabalha com social media e gosta de uns rolês roots. Acampa no mato, sobe montanha e vive na selva de pedra. Já quis ser detetive, salvar o mundo e fugir com os ciganos. Tem uma relação de amor e ódio com São Paulo, fica para ouvir músicos de rua e corre para nunca chegar atrasada.

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