4ª edição do Mekukradjá debate a cultura e a sociedade indígenas

4ª edição do Mekukradjá debate a cultura e a sociedade indígenas

Nos dias 22 e 23 de maio (quarta e quinta-feira), no Itaú Cultural (Avenida Paulista, 149), um ciclo de encontros entre artistas indígenas, pesquisadores e especialistas discute identidade, linguagem, questões de gênero e política cultural. “(Re)existência: Muitas Línguas, Muitos Saberes” é o tema da quarta edição do Mekukradjá – Círculo de Saberes, evento que conta com a curadoria de Daniel Munduruku e da socióloga Junia Torres. A programação e os participantes do ciclo de encontros podem ser conhecidos por meio deste link. Uma oficina, feira de livros e artesanato indígena também são atrações desta edição.

A distribuição de ingressos para o Mekukradjá – Círculo de Saberes é gratuita. Para saber como retirar seu ingresso, clique aqui.

Além disso, até o dia 24 de maio, 4 filmes relacionados à temática do evento estão disponíveis ao público no site do Itaú Cultural (www.itaucultural.org.br). De longas a curtas, as produções são assinadas por diretores de diversas etnias e regiões do país. Para conferir os filmes selecionados, é só clicar em cada um dos títulos abaixo:

Tekoa Há’e Tetá (2018), de Alberto Alvares, 18 minutos

O curta Tekoa Ha’e Tetã narra a vida de Wera Kuaray, que parte em busca de um rumo ao caminhar com o olhar atento de sabedoria guarani entre dois mundos.

O Último Sonho (2019), de Alberto Alvares, 60 minutos

O documentário homenageia o grande líder Guarani espiritual Wera Mirim – João da Silva, da aldeia Sapukai/Angra dos Reis (RJ) –, que faleceu em 2016. Ele sempre ouvia e seguia a orientação de Nhanderu para guiar seu povo através da sabedoria, do sonho e de belas palavras.

Piragui, a Dona dos Peixes (2016), de Luisa Calagian, 21 minutos

O filme, realizado em parceria com um grupo de jovens mulheres da aldeia Tenonde Porã, em São Paulo, mistura ficção e documentário numa narrativa em torno da figura da Piragui, dona dos peixes na tradição Guarani Mbya.

Avá Marangatu (2016), de Genito Gomes, 14 minutos

No Guaiviry, terra tradicional Guarani e Kaiowá, dois jovens saem para caçar no resto de mata que ainda permanece.

Fonte: Itaú Cultural

Observação: o Sobreviva em São Paulo não se responsabiliza por possíveis mudanças nas informações acima, que são válidas até esta data.

Sobre o autor

Publicitário, especializado em Marketing e Comunicação Integrada. Amante da vida, encantado por pessoas e suas singularidades. Fã inveterado de filmes de terror, ouvinte assíduo de música jamaicana e rock pesado. Vive uma relação de amor e ódio com São Paulo. E, claro: Vai, Corinthians!

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