Meyhane: o boteco na Turquia com pratos de R$15 a R$20

Meyhane: o boteco na Turquia com pratos de R$15 a R$20

As bebidas ficam por conta de Maurício Maia e Isadora Fornari

No dia 16 de dezembro, uma segunda-feira, o chef Fred Caffarena recebe o chef Thiago Bañares para o Meyhané do fim do mundo. Último dia do ano em que ele abre a casa para o projeto no qual faz pratos autorais a 15 e 20 reais.

Toda segunda-feira Caffarena abre o restaurante para o projeto “Meyhane”, que seria como um boteco na Turquia. Nesse dia ele cozinha pratos diferentes do menu da casa em porções autorais e cheias de personalidade. Eventualmente ele convida amigos para cozinhar com ele.
Estudioso de história e cultura dos povos, em suas pesquisas o chef busca entender como o alimento e a cultura migram com seu povo à medida que ele se muda.
Dessa vez ele encontrou o Aush, uma versão do “lamen” comum em países como Afeganistão, Irã, Azerbaijão, Cáucaso e até na Turquia. “Faz tempo que quero chamar o Thiago pra praparar um Aush e foi um ótimo pretexto para cozinharmos juntos”.
Thiago é um grande pesquisador da cozinha oriental e faz uma cozinha com traços contemporâneos de muito sucesso. Para o cardápio, a ideia é apresentar pratos que mostrem a intersecção das culturas e outros que façam a fusão de ambas. O menu completo, como acontece em todo meyhane, só será apresentado no dia.
Na área das bebidas, os especialistas em cachaça Isadora Belo Fornari e Maurício Maia, trarão diferentes versões da bebida nacional em coquetéis que valorizam nossos ingredientes. Entre eles estará presente um ingrediente especial, o vermute nacional Virgulino Ferreira, desenvolvido em uma parceria da dupla com Paulo Leite, do extinto Empório Sagarana, a partir de “vinho de jabuticaba” fortificado com cachaça e infusionado com 11 ingredientes como madeiras (amburana e putumuju), frutas (mexerica),  folhas (ora-pro-nóbis e capim-limão) e raiz (cúrcuma).

Serviço

Quando?

16 de dezembro

Onde?

Rua Heitor Penteado, 699

Sobre o autor

Teve a ideia de criar o Sobreviva em São Paulo, foi lá e fez. Jornalista, trabalha com social media e gosta de uns rolês roots. Acampa no mato, sobe montanha e vive na selva de pedra. Já quis ser detetive, salvar o mundo e fugir com os ciganos. Tem uma relação de amor e ódio com São Paulo, fica para ouvir músicos de rua e corre para nunca chegar atrasada.

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