São Paulo é tema da terceira edição do Festival Mucho!

São Paulo é tema da terceira edição do Festival Mucho!

Evento latino busca romper barreiras e fomentar a diversidade, o respeito e dar fim a estereótipos sobre a cultura latina

O alto do Edíficio Martinelli, no centro histórico de São Paulo, será  um dos palcos do Festival Mucho!, evento online e totalmente gratuito e que celebra a cultura latina com apresentações simultâneas em diferentes países.  Da cobertura do prédio se apresentarão músicos brasileiros e de outras localidades da América Latina que residem em São Paulo. 

Com o tema “São Paulo recebe a América Latina”, o evento terá participações da cantora Ellen Oléria, do grupo de hip hop boliviano formado por três irmãs costureiras Santa Mala e da banda de mexicanos e brasileiros  Francisco, El Hombre. A programação também conta com performances de artistas de outros locais da América Latina, como do argentino Señor Flávio, da cantora cubana Daymé Arocena, do grupo paraguaio Villagrán Bolaños e da chilena Pascuala Ilabaca com sua banda Fauna.

O evento acontece nos dias 18 e 19 de setembro e tem, fora os shows, palestras e oficinas com ícones da cultura latina do Brasil e de outros países. A apresentação do Festival Mucho! fica por conta do jornalista Miguel Arcanjo e do ator argentino Juan Manuel Tellategui.  O público pode acompanhar as trações pelo canal do YouTube do festival e pela plataforma Cultura en Casa, do Ministério da Cultura da Cidade de Buenos Aires. 

O Festival Mucho!  realizará uma parceria social com a organização TECHO (Teto em português) que atua em 19 países da América Latina, e que busca superar a pobreza em que vivem milhões de pessoas nas comunidades carentes. Durante os dois dias, será disponibilizado um QR CODE, o qual o público poderá utilizar para realizar doações para ajudar os que mais necessitam no período da pandemia. 

Serviço

Quando?

18 e 19 de setembro

Quanto Custa?

Gratuito

Classificação:

18 anos

Sobre o autor

Bruno Machado é jornalista e sobrevive em São Paulo desde quando nasceu. Sua relação com essa cidade é um clássico romance clichê: se odeiam pelas manhãs, se amam ao decorrer do dia e é apaixono por suas noites. Em meio a essa selva-jardim de concreto, descobre a cada dia, locais que todo morador, turista e demais sobreviventes dessa cidade merecem conhecer. No final das contas, Caetano tinha razão, "Alguma coisa acontece no meu coração, que só quando cruza a Ipiranga com Avenida São João".

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