Blood in House serve hambúrguer de churrasqueira

Blood in House serve hambúrguer de churrasqueira

Em uma rua singela do movimentado bairro de Pinheiros, em São Paulo, o Blood in House fideliza seus clientes com ótimo custo-benefício e o “básico” de excelência. A localização discreta da empresa não impediu que pequenas multidões descobrissem o bar-restaurante, em funcionamento desde o início da pandemia. 

Na contramão do que se espera de Pinheiros, bairro movimentado da capital paulista conhecido por sua diversidade gastronômica, a casa está localizada em um local calmo na rua Antônio Bicudo, trazendo o que há de melhor, o “simples bem feito”. 

 

Preparo artesanal

“Nossa estrutura é diferenciada. Resolvemos investir em um cardápio com poucas opções, mas todas artesanais. No preparo das carnes, usamos lenha, parrilla, brasa, tudo para oferecer ao cliente a melhor experiência ao degustar nossos burgers”, menciona um dos sócios do local, Ricardo Oliveira dos Santos.

 

 

Entre as opções no cardápio:

Blood Burger (R$ 35): pão tipo brioche, blend 160g da casa, fatias de queijo brie e bacon, maionese Blood e um toque agridoce de chutney de manga produzido em casa. 

Bacon onion jam (R$ 36), pão tipo australiano, blend 160g da casa, cheddar inglês, bacon onion jam (cebola caramelizada na gordura do bacon), bacon e o toque defumado da maionese blood. 

Além dos burgers, o cardápio conta com snacks como panceta de porco marinada na cachaça, tempero especial e Pasta de alho, Buffalo Wings Blood, entre outras. 

O Blood in House também oferece ao público “edições limitadas”, como o Choripan versão blood (R$ 20,5), um blend de calabresa + chimichurri produzidos na house no pão francês, lanche de rosbife, sanduba de Panceta, bolinho de arroz, etc. 

Serviço informal, comanda por mesa, ambiente pequeno e discreto, R. Antônio Bicudo, 51 – Pinheiros, São Paulo – SP, 05418-010. 

Instagram: https://www.instagram.com/blood_in_house/

Sobre o autor

Teve a ideia de criar o Sobreviva em São Paulo, foi lá e fez. Jornalista, trabalha com social media e gosta de uns rolês roots. Acampa no mato, sobe montanha e vive na selva de pedra. Já quis ser detetive, salvar o mundo e fugir com os ciganos. Tem uma relação de amor e ódio com São Paulo, fica para ouvir músicos de rua e corre para nunca chegar atrasada.

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