Chimi Choripanes inaugura unidade do Tatuapé

Chimi Choripanes inaugura unidade do Tatuapé

Primeira casa de São Paulo especializada em choripán argentino, o Chimi Choripanes y Drinks inaugura sua terceira unidade. Após o sucesso da matriz em Pinheiros e da filial, no Brooklin, o novo endereço é no Tatuapé, novo point gastronômicos de São Paulo. O bairro também é recordista em pedidos de delivery. Por conta disso, a unidade não terá balcão, operando exclusivamente com entregas pelos apps iFood, Uber Eats e Rappi.

Localizada na Rua Itapura, 714, na sobreloja do espaço onde já opera o Juanito’s Empanadas, a operação será de terça à domingo, das 18h às 23h. Seguindo a tradição argentina, as linguiças são assadas na parrilla, com lenha e carvão, realçando o sabor e a suculência dos sanduíches.

No Cardápio, clássicos das outras unidades, como o Provoleta (R$ 32), à base de linguiça artesanal, provolone na brasa, maionese de páprica picante e molho chimichurri da casa, servido no pão de fermentação natural braseado; o Pimentão (R$ 29), servido com pão braseado, linguiça, mussarela, pimentão vermelho na brasa e chimichurri da casa e o El Mostardón (R$ 34), que leva pão de fermentação natural, linguiça artesanal, picles de pepino, cheddar e chimichurri de mostarda em grãos. Todos os choripáns da casa podem ser preparados com linguiça vegana.

Outra opção são os combos, que incluem choripán + batata frita + água ou refrigerante. Disponível apenas para o salão, o trio composto pelo Provoleta sai por R$ 47. Já o combo do Pimentão é oferecido por R$ 44 e o combo El Mostardón sai por R$ 49.

Para adoçar, a pedida é o Alfajor Artesanal (R$ 11), que segue a típica receita argentina e recheado com dulce de leche.

 


Chimi Choripanes y Drinks
Rua Itapura, 714 – Tatuapé – São Paulo.
Horário de funcionamento: De terça a domingo, das 18h às 23h.
Delivery pelos apps iFood, Uber eats e Rappi
Aceita todos os cartões de crédito, débito.
@chimichoripanes

Sobre o autor

Teve a ideia de criar o Sobreviva em São Paulo, foi lá e fez. Jornalista, trabalha com social media e gosta de uns rolês roots. Acampa no mato, sobe montanha e vive na selva de pedra. Já quis ser detetive, salvar o mundo e fugir com os ciganos. Tem uma relação de amor e ódio com São Paulo, fica para ouvir músicos de rua e corre para nunca chegar atrasada.

Comentários